CORDEIRO de ITIÚBA
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   Estou na beira do rio
   E suas águas
   Nem são claras
   Nem tão barrentas
   Nem se aborrecem
   Nem...
   Apenas varrem
   Pra não sei onde
   O último fragmento
   Do último poema que escrevi
   Pra você
   E não tive coragem
   De publicar

   E fico pensando se algum dia
   Ainda serei alguém
   Ia começar hoje
   Comprando uma calça
   Nova!
   Num brechó
   Mas na hora de provar
   Lembrei de seu jeito
   Único de umedecer os lábios
   E decidi:
   Vou escrever outro poema!


   S. Paulo, 02/07/2010

 
CORDEIRO de ITIÚBA
Enviado por CORDEIRO de ITIÚBA em 06/11/2020
Alterado em 06/11/2020
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