CORDEIRO de ITIÚBA
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RUA DA TRISTEZA 
 

 
Sempre que posso
Passo na sua rua
 
Que era sua, porque 
Tinha a casa, que era sua 
E era minha. E sua
Presença
Enchia nossa casa
De alegria
 
Rua que, por ser pública
É minha e é sua. Mas
Sem você, na casa
Que era sua, é rua
De ninguém!
 
Quer dizer

É a rua da TRISTEZA!
 
S. Paulo, 29/07/2016

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Enviado por CORDEIRO de ITIÚBA em 06/04/2020
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